Em agosto de 2025, a Câmara Legislativa do Distrito Federal autorizou o Banco de Brasília (BRB) a avançar na aquisição do Banco Master. No segundo turno, realizado em 19 de agosto, foram 14 votos favoráveis contra 7 contrários.
Os 14 deputados que votaram SIM foram: Doutora Jane, Eduardo Pedrosa, Hermeto, Iolando, Jaqueline Silva, João Cardoso, Jorge Vianna, Martins Machado, Pastor Daniel de Castro, Pepa, Robério Negreiros, Rogério Morro da Cruz, Roosevelt Vilela e Wellington Luiz. A votação nominal consta nos registros oficiais da CLDF.
A autorização permitia ao BRB adquirir 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais do Banco Master, colocando uma instituição financeira pública do Distrito Federal no centro de uma operação de grande dimensão e risco.
Na época, parlamentares contrários questionaram principalmente a rapidez da tramitação e o volume de informações disponíveis para analisar o negócio. A proposta avançou em poucos dias, o que levantou questionamentos sobre o nível de escrutínio dado a uma operação envolvendo dinheiro e patrimônio público.
O ponto que hoje merece atenção é a sequência dos acontecimentos. Depois da autorização legislativa, a operação envolvendo BRB e Banco Master passou a enfrentar uma crise que provocou novas discussões na própria Câmara Legislativa sobre a situação financeira do banco público.
Em 2026, a CLDF voltou a discutir medidas destinadas ao restabelecimento e fortalecimento das condições econômico-financeiras do BRB, em meio aos desdobramentos relacionados aos negócios com o Master.
É nesse contexto que o voto daqueles 14 parlamentares volta ao centro do debate.
O que eles sabiam quando votaram? Quais documentos analisaram? Quais riscos foram apresentados? Por que decidiram apoiar a operação? E, diante dos acontecimentos posteriores, como avaliam hoje aquela decisão?
Essas perguntas não significam, que os parlamentares tenham cometido irregularidades. Mas representam uma cobrança legítima por transparência, explicações e responsabilidade sobre uma decisão tomada em nome do interesse público.
Para o cidadão, a questão é direta: quando uma decisão envolvendo um banco público produz consequências bilionárias, quem votou a favor precisa estar preparado para explicar ao eleitor os fundamentos daquele voto e as consequências que vieram depois.
OS 14 VOTOS
DOUTORA JANE
EDUARDO PEDROSA
HERMETO
IOLANDO
JAQUELINE SILVA
JOÃO CARDOSO
JORGE VIANNA
MARTINS MACHADO
PASTOR DANIEL DE CASTRO
PEPA
ROBÉRIO NEGREIROS
ROGÉRIO MORRO DA CRUZ
ROOSEVELT VILELA
WELLINGTON LUIZ
É nesse cenário que o eleitor brasiliense deve respeitar sua CONSCIÊNCIA MORAL, não elegendo parlamentares que venderam suas CONSCIÊNCIAS e desrespeitaram cada eleitor BRASILIENSE que depositou seu voto de confiança, acreditando que seu candidato ou candidata cumpriria, de fato, as atribuições de seu cargo, fazendo jus ao mandato para o qual foi eleito e representando o POVO, FISCALIZANDO E COBRANDO O GOVERNO.
Mas o que realmente fizeram foi DESACREDITAR os votos dos eleitores, como se fossem descartáveis. E, a apenas 9 dias do pleito eleitoral, estão novamente nas RUAS DE SUA CIDADE, justificando que precisam do seu APOIO PARA COMBATER A CORRUPÇÃO e que, DESSA VEZ, LUTARÃO PELO SEU DIREITO, COM CORAGEM E ATITUDE!
Alguns desses parlamentares já se perpetuam no PODER HÁ DÉCADAS. Faça uma análise retrospectiva e verifique o que, de fato, esse deputado ou essa deputada fez pelo seu eleitor: o que mudou? O que melhorou?
Não jogue seu voto dentro de um projeto de PODER. Eles continuam, e a NARRATIVA SERÁ SEMPRE A MESMA:
“VAMOS LUTAR PARA DEFENDER VOCÊ.”
NB7 News

